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Sempre que chega a hora de escrever de carta para você, amigo, procuro refletir sobre toda a pesquisa e esforço, os acertos e erros que tivemos ao longo dos dois meses que dispomos, para apresentar o mais atual e, por que não dizer, inspirador conteúdo de informações sobre solos moles, seja de obras, dimensionamento, fundações, certificação, etc. 

É necessário muita conversa, consulta e investigação, exatamente o que gostamos. Agora imagine que, além da revista digital bimestral, desafiamo-nos ainda mais para apresentar, diariamente, no site www.softsoilgroup.com.br as principais noticias sobre solos moles. Por sinal, você conhece nosso site? Espero que sim. 

Caso não esteja entre os quase 750 leitores que acessam o Soft Soil Group por mês, aí vai uma dica: entre no site pelo computador ou celular e aceite receber nossas notificações. Praticamente todos os dias você encontrará sugestões práticas, para obras de solos moles, sejam particularidades executivas ou de dimensionamento, além de como resolver problemas de obras e casos práticos. Tudo elaborado por profissionais especializados na geotecnia do solo mole.

Tenho a imensa felicidade de contar que a Soft Soil Brazilian Review é a única revista mundial que aborda aspectos específicos, com destaque e, por que não dizer, com a notabilidade de serem solos brasileiros. Entendemos solos moles como aquela condição inevitável, que todo empreendedor, construtor e geotécnico cada vez mais depara, defronta e descobre, sempre com sabor de desafio. 

Com relação a esta edição, dê uma olhada na importância do conteúdo da matéria “A prática do melhoramento de solos moles com Geoenrijecimento para rodovias”, onde analisa-se profundamente procedimentos para seleção estratégica para melhoramento do solo, pré-analisando-se o futuro comportamento do pavimento rodoviário, à luz de um importante caso de obra na rodovia Anhanguera. 

No artigo “Opinião”, apresenta um problema sério de má concepção executiva para melhoramento de solos argilosos moles com “injeção”, que algumas empresas ainda empregam. No artigo “O problema do atrito negativo nas estacas cravadas em solos moles” evidencia-se o efeito colateral ou reação adversa da utilização de estacas em solos moles: a opção do melhoramento do solo com Geoenrijecimento será, sempre, melhor. “Conheça os solos orgânicos e turfas II” expõe a necessidade de informar que pouco se sabe neste contexto e que, efetivamente contribui para a condição do solo mole. E, finalmente, a desejável matéria que informa como dimensionar o melhoramento do solo com Geoenrijecimento. 

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