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Geoenrijecimento de solos moles sob aterros de encontros de ponte

Nesta edição, da SSBR, focamos a arte de melhorar solos moles para encontros de pontes. Primordialmente, planejamento, projeto e construção de aterros de encontro, quase que invariavelmente sobre solos moles é, sempre, uma tarefa difícil e desafiadora.

Como compatibilizar o nível de rigidez de uma estrutura de aterro, apoiada em solo mole melhorado, com a inflexibilidade presente na ponte? Sim, é possível compatibilizar com o geoenrijecimento. O estado da arte do melhoramento do solo mole, com geocompósito. Constantemente, neste segmento de estradas, apresenta dezenas de casos, todos com sucesso, evidenciando que é possível, sim, executar encontros de pontes sobre solos moles sem que haja recalques e ressaltos no pavimento.

Por outro lado, procuramos dar aos leitores da SSBR, uma visão geral das propriedades e comportamento do solo mole. Apesar disso, uma vez geoenrijecido, enfatizando que trata-se de tarefa 100% geotécnica e, consequentemente, não deve ser classificada como tarefa difícil e de custo elevado.

A presença de solos orgânicos e turfas em terrenos com solos moles é bastante frequente. Razão pela qual insistimos em expandir o conhecimento sobre estes materiais, o que requer caracterização confiável de suas propriedades e de seu comportamento mecânico, de modo a viabilizar parâmetros de projeto adequados e confiáveis. A presença de “solos” turfosos, em terrenos com solos moles, agrega alta porosidade, extrema compressibilidade, forte dependência da permeabilidade, grande alteração nas propriedades sob tensões, resultando em forte anisotropia das propriedades geotécnicas. 

O geoenrijecimento é o único sistema de melhoramento de solos moles que, eficazmente, comprime, confina e adensa materiais turfosos, utilizando forças de compressão da ordem de 500 toneladas, suficiente para imobilizar esta matéria orgânica, inviabilizando qualquer tipo de deformação subsequente. Boa leitura

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