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Em construções horizontais, o problema costuma ser o aterro, lançado sobre o solo mole, incapaz de suportá-lo. 

Nesta edição, procuramos dar relevância ou foco à construção horizontal, comumente equivocada com construção vertical, particularmente com relação às questões do dimensionamento do sistema de fundação. Isto mesmo, o advento do solo mole, em uma construção horizontal, não é motivo para o dimensionamento de fundação profunda. As técnicas de melhoramento de solos moles, particularmente, o geoenrijecimento estão aí para isso. Os problemas decorrentes são enormes, e se sucedem em áreas logísticas, conjuntos habitacionais , rodovias e áreas portuárias. Por exemplo, utilizam-se estaqueamentos para “viabilizar” este tipo de construção que, quase que invariavelmente impõe pequenas cargas, da ordem de 5 a 10 toneladas por metro quadrado ao solo.

 Ora, por que ocorre esta situação? Desconhecimento? Imprudência? Exatamente por isso que procuramos desmistificar esta questão, apresentando três matérias interessantes. A primeira, “Construções horizontais e a presença de solos moles” informa as particularidades da fundação profunda, os tipos e os problemas inerentes, consoante com a presença de solos moles. A matéria “Fundação para construções horizontais – novas diretrizes para projeto”, apresenta critérios gerais de projeto, as fases de estudo e novas diretrizes onde há presença de solos moles e, por fim, como não poderia faltar, a matéria “Construções horizontais e o reconhecimento geotécnico”, evidenciando-se os objetivos da investigação geotécnica, particularmente com relação à presença de solos moles, e meios específicos de certificação do solo mole melhorado.

Boa leitura