Posted on

ATERROS, SOLOS MOLES E RECALQUES. 

Antes de mais nada, momentos difíceis, como este que passamos, no pico da pandemia, nos fazem repensar sobre nosso trabalho, nossos objetivos, nossa família e até nossas vidas. Primordialmente, está correta nossa trajetória de vida? Enquanto analisamos, é importante lembrar que gratidão é uma virtude importante no mundo que vivemos. Neste particular, agradeço a todos os leitores que acompanham nossa revista, o que nos impulsiona sempre positivamente.

Nesse sentido,  procuramos informar três palavras mágicas, aterros – solos moles – recalques. Onde evidenciamos seus conceitos e sua interação, com as consequências do mal dimensionamento. A presença de solos moles no terreno, impõe situações cujo objetivo sempre, é ter um mínimo de recalque residual total ou homogêneo aceitável e, nunca, recalques diferenciais. Tensões e deformações são dois movimentos inter relacionados em que, geralmente, vemos apenas o segundo, manifestando-se no nosso dia a dia.

Em síntese, a matéria “melhorando solos de fundação para torres eólicas”, procura orientar o leitor quando da existência de solos moles no terreno de fundação. Desta maneira, oferecendo uma solução realmente geotécnica, como opção para outras complicadas a base de colunas e estacas. Em conclusão, “um caso problemático de ampliação de rodovia, com presença de solos moles”. Aqui procuramos tornar evidente armadilhas de obras deste gênero, já que procura-se promover uma intervenção em massas de solo que estão em equilíbrio, o que é bem difícil. 

Boa Leitura.

 

Deixe um comentário